The Town 2025: Globo, Globoplay, Multishow e Bis fazem cobertura multiplataforma com mais de 90 horas ao vivo

The Town 2025: Globo, Globoplay, Multishow e Bis fazem cobertura multiplataforma com mais de 90 horas ao vivo

Mais de 90 horas de música ao vivo, 70 apresentações e um esquema que costura TV aberta, cabo e streaming. Em setembro de 2025, o festival volta a São Paulo e a Globo armou uma operação para transformar a sala de casa na melhor pista de Interlagos. O público que não vier à capital paulista não vai ficar sem o clima de Cidade da Música.

A segunda edição do The Town 2025 acontece nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro, no Autódromo de Interlagos, com quatro palcos — entre eles o Skyline e o The One — e um elenco que mistura headliners internacionais e nomes brasileiros de peso. No cardápio, Travis Scott, Backstreet Boys, Green Day, Mariah Carey, Katy Perry, Ludmilla e Ivete Sangalo, entre outros.

Cobertura multiplataforma: onde ver e como funciona

Multishow e Canal Bis entram ao vivo diariamente a partir das 14h25, com rotação de palcos para pegar do aquecimento ao show principal. A promessa é acompanhar tudo o que importa, do primeiro riff às dispersões da plateia, com transmissões dos quatro palcos e entradas ao vivo de todos os pontos do autódromo.

No digital, o Globoplay libera duas experiências. Para quem é assinante, o acesso é completo, incluindo sinal 4K via Multishow para curtir imagem e som no talo. Para quem não é assinante, haverá janela gratuita com alternância a cada 30 minutos entre Multishow e Canal Bis, permitindo acompanhar os grandes momentos sem pagar nada. É só abrir o app ou o site, buscar o mosaico do festival e entrar no player.

Na TV aberta, a cobertura vem em blocos especiais de 90 minutos com apresentação de Kenya Sade e Marcos Mion, reunindo os melhores momentos de cada noite. Esses programas entram aos sábados depois de Altas Horas e, nos demais dias do festival, depois de Estrela da Casa. Além dos especiais, a programação da Globo terá flashes ao longo do dia para atualizar sobre line-up, surpresas de palco e números de público.

A frente de câmeras em Multishow, Canal Bis e Globoplay terá Laura Vicente, Dedé Teicher, Gui Guedes, Chinaina, Magá Moura e Negra Li, revezando no backstage, nas áreas de convivência e no front stage. Eles vão costurar a narrativa do festival com entrevistas, histórias de bastidores, curiosidades e aquele passeio por ativações e experiências que o público adora ver.

Horários, equipes, bastidores e extras

Horários, equipes, bastidores e extras

Para facilitar a vida de quem vai acompanhar de casa, vale o guia rápido:

  • Datas: 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro, no Autódromo de Interlagos (SP).
  • TV por assinatura: Multishow e Canal Bis a partir das 14h25, com entradas de todos os palcos.
  • Streaming: Globoplay com sinal completo para assinantes e janela gratuita alternando Multishow/Bis a cada 30 minutos.
  • TV aberta: programas especiais de 90 minutos com Marcos Mion e Kenya Sade; flashes durante a programação.

O pacote editorial vai além do show. Nos intervalos, a cobertura abre espaço para encontros no backstage, quick chats com artistas que acabaram de sair do palco e aquele giro pelos looks, cenografias e momentos que viram meme em segundos. Para quem curte ficha técnica, entram informações de setlists, mudanças de última hora e referências de performance.

Gshow e g1 reforçam o time com páginas temáticas, bastidores, galerias de fotos e recortes de cultura pop, moda e comportamento que nascem no festival. Nas redes, a ideia é estender o alcance com cortes rápidos, trechos de apresentações e conteúdos sob medida para o público que acompanha pelo celular.

O festival também terá um estande de três andares para convidados e público, usado como ponto de contato para experiências e ativações — um espaço que deve render conteúdo exclusivo, desde pocket talks com artistas até demonstrações e desafios com fãs. Essas ações tendem a aparecer nos breaks da transmissão e nos vídeos extras do digital.

Por trás das câmeras, a operação reúne equipes de captação, estúdios móveis e ilhas de edição para montar e distribuir o sinal em tempo real. A direção de TV coordena cortes simultâneos de múltiplas câmeras, garantindo que o público veja a melhor tomada do palco, o detalhe do instrumento, a reação da plateia e a troca de energia entre artista e fãs.

Para quem assiste, o fluxo é simples: zapeie entre Multishow e Canal Bis para acompanhar apresentações simultâneas, deixe o Globoplay aberto para alternar sinais e use os especiais da TV Globo como recap inteligente das madrugadas. Quem prefere imagem premium tem no 4K do Globoplay a melhor pedida para telas grandes.

O line-up mostra o tamanho do investimento: Travis Scott traz o peso do hip hop com produção grandiosa; Green Day representa a força do rock com show de coro coletivo; Backstreet Boys acionam memória afetiva com hits coreografados; Mariah Carey e Katy Perry reforçam o pop de arena; Ludmilla e Ivete Sangalo ancoram a potência da cena brasileira em palcos principais. A escalação mistura gerações e garante programação para todas as tribos.

Com a cidade cenográfica montada em Interlagos, a cobertura se apoia na estética da Cidade da Música: telões, instalações, arte urbana e uma engenharia de som que segura viradas rápidas de palco. A televisão ajuda a costurar esses elementos, contextualizando cada show com o que acontece no entorno — da área de gastronomia aos espaços imersivos.

Para o público, o benefício é claro: dá para escolher como ver, onde ver e em que tela ver. Para os artistas, é vitrine nacional com alcance massivo e registro de alta qualidade. E para quem trabalha na cobertura, é jogo corrido — aquele tipo de transmissão que muda de ritmo a cada meia hora para não perder nenhum refrão.

5 Comments

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    Vitor zHachi

    setembro 5, 2025 AT 23:31

    Essa cobertura vai ser um sonho pra quem mora longe de SP! A gente não precisa mais sofrer pra ver os shows, tá tudo lá, no celular, na TV, no 4K... E o fato de ter janela gratuita? Isso é amor, gente. A Globo finalmente entendeu que o povo quer arte, não assinatura. Parabéns pela logística, pela equipe e por não esquecer dos fãs que não têm grana pra ir ao vivo. Vai ser histórico, eu juro.

    Quem vai assistir comigo no sábado? Vamos fazer um grupo de WhatsApp pra trocar os melhores momentos?!

    Eu já estou preparando os snacks, a luz apagada e a poltrona mais confortável da casa. O festival vai ser em casa, e eu tô feliz.

    É isso aí, pessoal! A música une, e a tecnologia agora tá ajudando. Obrigado por fazer isso acontecer.

    Quem tiver o link direto do 4K no Globoplay, me passa, por favor? Quero ver o Travis Scott com a qualidade que ele merece.

    Eu tô emocionado. Realmente, isso é o futuro da TV.

    Quem disse que festival só é bom se você tá no meio da multidão? Eu tô aqui, na minha sala, com meu fone de ouvido, e já me sinto parte disso tudo.

    Se der pra gravar os bastidores e colocar no YouTube depois, eu dou um like eterno. Prometo.

    Isso aqui não é só cobertura. É cultura sendo democratizada. E isso merece aplauso.

    Eu tô pronto. Vamos nessa!

    Eu já comprei o ingresso da minha alma. E não é caro. É grátis.

    Meu irmão vai me matar se eu não gravar o Ivete cantando 'Acelera'. Ele vai pedir emprestado o celular. Não vou negar.

    Se der pra ver o Backstreet Boys e eu chorar... ninguém vai saber. A gente tá sozinho, mas não tá sozinho.

    Estou no time da Globo. Vamos juntos, gente!

    Se alguém fizer um meme da Laura Vicente correndo entre os palcos, eu compro o camiseta. Juro.

    É isso. Eu tô lá. Na tela. Com vocês.

    10/10. Recomendo. Sem arrependimentos.

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    Igor Antoine

    setembro 7, 2025 AT 14:42

    Travis Scott com produção grandiosa, Green Day com coro coletivo, Backstreet Boys com memória afetiva... isso aqui é uma viagem no tempo e no espaço ao mesmo tempo.

    É raro ver um festival brasileiro fazer isso com tanta seriedade e cuidado. Não é só colocar câmeras e ligar. É entender que cada momento, cada gesto, cada olhar da plateia é parte da história.

    Eu tô curioso pra ver como vão lidar com as trocas de palco. Se o som de Ludmilla estourar no meio do show da Katy Perry, vai ser caos ou magia?

    Na minha casa, a gente vai ter o som no 5.1, o telão de 75 polegadas e o celular aberto no Globoplay pra ver o backstage. É o melhor dos dois mundos.

    Se o estande de três andares tiver um corredor de memes, eu entro. Sem dúvida.

    Eu já vi o line-up e chorei. Não por nostalgia. Por reconhecimento. O Brasil tá no topo, e o mundo tá olhando.

    Esse festival não é só música. É identidade. É resistência. É orgulho.

    E o melhor? Tá tudo disponível. Sem filtro. Sem exclusividade. Sem medo de ser popular.

    Isso aqui é o que a cultura deveria ser: aberta, viva, e sem pedir permissão.

    Quem não assiste? Tá perdendo mais do que um show. Tá perdendo um momento histórico.

    Se eu vir alguém comentando que "isso é muito comercial", eu respondo: "então vá pro rock alternativo de 2005 e esqueça o mundo real".

    Parabéns a todos os envolvidos. Vocês fizeram o impossível... e deixaram fácil.

    Eu vou ver tudo. Tudo mesmo.

    E se o Mion fizer alguma piada sobre Ivete, eu não perdoo.

    Esse é o tipo de evento que a gente vai lembrar daqui a 20 anos. "Lembra quando a Globo fez o The Town?". Sim. Lembro. E eu chorei.

    Quem tiver o link do setlist ao vivo, me manda. Quero acompanhar as mudanças. Tô viciado.

    Estou pronto. Meu coração tá no Interlagos. Mesmo estando em Fortaleza.

    Isso aqui não é TV. É experiência. É pertencimento.

    Eu vou ver. E vou gritar. Mesmo sozinho.

    Quem tá comigo? Levanta a mão. Ou o celular. Não importa.

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    Rafael Marques

    setembro 9, 2025 AT 10:34

    90 horas? Sério? Quem vai assistir tudo isso? Eu não aguento nem 20 minutos de reality show sem dormir.

    Se o Travis Scott não fizer uma piada com o Mion, eu desisto.

    Por que não só colocam o show principal no Globo e acabou? Todo mundo quer ver o que importa, não o backstage de 17 horas.

    Eu vou ligar só quando a Ivete subir. E só se tiver fogo de verdade.

    Se eu ver mais de um close no rosto da Laura Vicente, eu desisto da vida.

    Isso é excesso. É vaidade. É TV que esqueceu que o povo quer música, não entrevista.

    Quem tá fazendo isso? A Globo ou um agente de marketing de 22 anos?

    Eu só quero ver o Green Day tocar "Basket Case". Nada mais.

    Se tiver mais de 30 minutos de "curiosidades", eu desligo.

    É muita coisa. Muita. Tá tudo errado.

    Eu tô no time do "deixa pra lá".

    Se eu ver um meme do Negra Li dançando com um boneco de pano, eu virei comunista.

    Meu pai já tá falando que vai ver. Ele tem 72 anos. Não é justo.

    Eu não quero saber dos looks. Quero saber dos acordes.

    Se o canal Bis tiver mais de 5 comerciais por hora, eu mudo pra Netflix.

    Essa cobertura é um espetáculo... de exagero.

    Eu vou assistir um minuto. Só pra dizer que vi.

    Se o Mion disser "é a maior festa da música brasileira" mais de três vezes, eu desisto do mundo.

    É muita coisa. Muito mesmo.

    Eu tô aqui. Com o controle na mão. Pronto pra trocar.

    Quem quiser ver tudo, que vá. Eu vou ver o que vale a pena.

    Isso aqui é marketing. Não é cultura.

    Se eu ver um "como foi o dia" com 15 artistas, eu me mudo pra outro país.

    Meu gato já está me julgando. E ele tem razão.

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    Gustavo Souto

    setembro 10, 2025 AT 06:56
    Essa cobertura é uma vergonha nacional. A Globo está transformando música em show de televisão barato. O Brasil merece melhor. Apenas os grandes nomes devem ser exibidos. Nada de bastidores. Nada de entrevistas. Nada de 90 horas. O povo quer música. Não essa farsa. A Multishow já era. Canal Bis é lixo. Globoplay é só pra quem paga. E mesmo assim é insuficiente. Apenas o que é essencial. Apenas o que é verdadeiro. O resto é propaganda. O resto é colonialismo cultural. O Brasil não precisa disso. O Brasil precisa de respeito. Não de palcos. Não de telões. Não de memes. Apenas de som. Puro. Sem filtro. Sem vaidade. Sem Globo.
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    Manuel Pereira

    setembro 11, 2025 AT 02:59

    Essa cobertura é o máximo que a TV brasileira já fez e ainda assim é pouco.

    90 horas? Tá pouco. Devia ser 120. Porque quando a Ludmilla canta "Fala Sério" e a plateia entra no coro, isso é história. E a Globo tá registrando. Mas será que a gente tá vendo tudo?

    Se o setlist da Mariah Carey mudar na hora e ela cantar "All I Want for Christmas Is You" em setembro, eu quero ver. Tudo. Sem corte. Sem filtro.

    Por que o Mion e a Kenya só aparecem nos especiais? Eles são o coração da cobertura. Trazem eles pro vivo. Toda hora. O povo quer eles. O povo quer a emoção. Não só a música.

    Se o estande de três andares não tiver um mural de fotos dos fãs, tá faltando algo. O festival é deles também. Eles merecem estar lá. Na tela. Na história.

    Eu não entendo porque o Canal Bis não tem sinal 4K. É o mesmo conteúdo da Multishow. Por que não? É discriminação de sinal? É falta de investimento? Ou é preguiça?

    Se o Backstreet Boys fizer um cover de "Toda Forma de Amor" e o Ivete aparecer no palco com eles, eu não vou acreditar. Mas se acontecer, eu me ajoelho. E gravo. E mando pro mundo inteiro.

    Quem tá cuidando da edição? Se o corte entre palcos for lento, o festival morre. A gente não quer esperar. A gente quer sentir. O som. O calor. O suor. O grito. Tudo. Juntos.

    Se o Negra Li não falar com um fã que tá chorando no meio da multidão, a cobertura tá falha. Porque isso é o que a gente quer ver. Não só o show. A conexão.

    Por que não colocam o link do setlist em tempo real no app? A gente quer saber se o Green Day vai tocar "American Idiot" ou se vão trocar por "Holiday". Isso é parte da experiência.

    Se a Globo não fizer um documentário depois disso, tá errado. Isso aqui é um marco. Um ponto de virada. E o Brasil precisa guardar isso. Não esquecer. Não apagar.

    Eu não sou assinante. Mas vou usar a janela gratuita. E vou reclamar se o corte for ruim. Porque isso aqui é nosso. E nós merecemos. Sem medo. Sem vergonha. Sem desculpa.

    Se eu ver um só momento em que um artista olha pra câmera e sorri, eu fico em paz. Porque isso é real. Isso é arte. Isso é o que a gente tá buscando.

    Eu não quero só ver. Eu quero sentir. E a Globo tá me dando isso. Mesmo sem eu pagar. Isso é raro. Isso é poderoso. Isso é o que o Brasil precisa mais agora.

    Se isso não vira patrimônio cultural, eu não sei o que é.

    Parabéns. De verdade. Vocês fizeram algo que não era obrigação. Mas fizeram. Por amor. Por respeito. Por música.

    E eu vou assistir. Tudo. Até o último segundo. Mesmo que eu durma na frente da TV. Mesmo que eu esqueça de comer.

    Isso aqui é mais que um festival. É um ato de coragem. E eu estou aqui. Pra ver. Pra lembrar. Pra contar.

    Quem tá comigo? Levanta a mão. Ou o celular. Não importa. Estamos juntos.

    Eu tô aqui. E não vou desligar.

    Esse é o momento. E a gente tá vivendo. De verdade.

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